A PARTIR DE 01 DE FEVEIRO SERA IMPLANTADA NO HLP A CLASSIFICAÇAO DE RISCO 

1306159316022pt_un_classificacao_risco

HOSPITAL DR. LÍDIO PARAÍBA IMPLANTA SISTEMA DE REGULAÇÃO DE ACORDO COM O PLANO DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO, PARA O ATENDIMENTO AO PÚBLICO !

METODOLOGIA ESTA ADOTADA  EM VARIAS UNIDADES DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO NO DIA 25 DESTE A EQUIPE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA FOI CAPACITADA

A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência

O QUE É CLASSIFICAÇAO DE RISCO
A classificação de risco é uma ferramenta utilizada nos serviços de urgência e emergência, que visa avaliar e identificar os pacientes que necessitam de atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. Ou seja, trata-se da priorização do atendimento, após uma complexa avaliação do paciente, realizada por um profissional devidamente capacitado, do ponto de vista técnico e científico.
Quem pode realizar a Classificação de Risco?

Os profissionais aptos a aplicarem a metodologia do Sistema Manchester de Classificação de Risco são médicos e enfermeiros certificados como classificadores pelo Grupo Brasileiro de Classificação de Risco.

No âmbito da equipe de enfermagem, segundo Art 1º da Resolução Cofen 311/2007, oEnfermeiro é o único profissional da equipe que pode atuar no processo de classificação de risco e priorização da assistência à saúde, desde que tenha a devida qualificação, conforme citado anteriormente.  Ou seja, a classificação de risco é uma atividade PRIVATIVA do Enfermeiro.

O Protocolo segundo Sistema de Classificação Manchester

A implantação do protocolo de Manchester foi realizada pela primeira vez na cidade de Manchester em 1997, permitindo que os atendimentos fossem realizados com mais eficiência, já que se tratando de saúde, tempo pode representar a diferença entre salvar uma vida e perder um paciente.

Este método prevê que o tempo de chegada do paciente ao serviço até a classificação de risco seja menor que dez minutos, e que os tempos alvos para a primeira avaliação médica sejam cumpridos de acordo com a gravidade clínica do doente.

O Protocolo de Manchester é baseado em categorias de sinais e sintomas e contém 52 fluxogramas (sendo 50 utilizados para situações rotineiras e dois para situação de múltiplas vítimas) que serão selecionados a partir da situação/queixa apresentada pelo paciente.

O método não propõe estabelecer diagnóstico médico e por si só não garante o bom funcionamento do serviço de urgência. Este sistema pretende assegurar que a atenção médica ocorra de acordo com o tempo resposta determinado pela gravidade clínica do doente, além de ser uma ferramenta importante para o manejo seguro dos fluxos dos pacientes quando a demanda excede a capacidade de resposta.

 

SEM COMENTÁRIO