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Pesqueira discute preparativos para as eleições suplementares

Pesqueira discute preparativos para as eleições suplementares.

Reunião acontece nesta quinta (20), no Fórum Eleitoral da cidade, no Agreste pernambucano.

Os preparativos das eleições suplementares em Pesqueira, no Agreste, serão discutidos hoje. O presidente do TRE de Pernambuco, desembargador André Guimarães, e o vice-presidente, desembargador Humberto Vasconcelos Filho, se reúnem com o juiz eleitoral da cidade, no Fórum Eleitoral de Pesqueira.

As eleições suplementares também acontecerão no próximo dia 30 para coincidir com o segundo turno e facilitar a logística, aproveitando o contingente de servidores envolvidos.

Eleitores de Joaquim Nabuco, na Zona da Mata Sul, também escolherão o novo prefeito. Na semana passada, o presidente e o vice do TRE-PE estiveram na região para tratar da organização do pleito. Nas duas cidades, os eleitores vão votar para governadora, presidente e prefeito.

Pesqueira conta com 50.776 eleitores e 166 urnas. Joaquim Nabuco tem 13.574 eleitores e 42 urnas eletrônicas.

As eleições suplementares são necessárias porque os prefeitos eleitos em 2020 em ambas as cidades tiveram os mandatos cassados e os recursos rejeitados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os eleitos este mês exercerão o cargo por dois anos, até o próximo pleito municipal, em 2024.

Preparação das urnas

Nesta quarta-feira, o TRE-PE iniciou a preparação das urnas para o segundo turno. Os técnicos inserem nas urnas os dados contidos nas mídias de resultado, que são sincronizados com as informações já presentes nas urnas (inseridas no 1º turno), incluindo os dados dos candidatos a presidente da República e governadoras que disputarão o segundo turno em Pernambuco. As urnas dos municípios onde haverá eleição suplementar receberão as informações dos candidatos ao Executivo municipal

Cada equipamento é testado para se verificar se visor, teclado, impressora, leitor biométrico e avisos sonoros estão funcionando. Em seguida, todos os compartimentos da urna são lacrados, e o equipamento é guardado e identificado com nome do município, número da zona eleitoral, local de votação e sessão eleitoral

Dos oito lacres colocados no primeiro turno, apenas um é removido e depois recolocado. Após a lacração, as urnas não passam por mais nenhuma operação antes do dia e hora programados para a votação. Os lacres são assinados pelo juiz ou juíza eleitoral, eventuais representantes de entidades fiscalizadoras e pelo Ministério Público.

Por Blog da Folha.

Geraldo Majela

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