
O que temos assistido, cotidianamente, nesse período pós eleitoral em nossa cidade, é a continuação dos ataques e discurso velado de ódio ao Cacique, é o inconformismo e o desespero do grupo político que vinha se revezando no poder há várias décadas em Pesqueira. Que ficaram muito mal acostumados no decorrer do tempo e, hoje, não sabem viver sem as tetas da Prefeitura. Por isso, toda essa agonia e exasperação, por terem que largar o osso e deixar o poder.
Fica até patético e deplorável, o esperneio do grupo da atual Gestão Municipal. Os valores de determinadas camadas sociais no município, mesmo que hoje não represente mais o que foi no passado, ainda se revela como um ranço nessas eleições municipais, tidas como “elites de Pesqueira”. Desta forma, é muito perceptível o forte escárnio, que sentem pelas camadas mais populares da sociedade pesqueirense. Assim, alguém que chegue ao poder em Pesqueira, que não saia do seu ninho ou não os representem, é inadmissível. Como se fosse um direito natural que possuíssem.
Não é à toa que não aceitarem, em hipótese nenhuma, terem perdido as eleições municipais para alguém de origem popular e, principalmente, para um Índio Xukuru da Serra do Ororubá. Como se o território fosse fora do município. É latente o preconceito estrutural, incrustado nessa falida camada social oligarca, que ainda insiste em ditar as regras, de acordo com suas concepções e interesses.
Apesar de todos os absurdos que assistimos no período eleitoral, com a propagação de fake news, com os disparos em massa de mensagens de fora do país, da forma desavergonhada e criminosa, do uso da máquina pública, que representa crime eleitoral explícito, por abuso de poder político e econômico, o povo disse não a esse grupo e mandou pra casa, com um recado claro em alto e bom som nas urnas: que queria mudança! Mas eles não aceitam de jeito nenhum a soberania popular.
Procurar levar as eleições custe o que custar, ao segundo turno, através da judicialização do pleito, com chances de eleições complementares, foi o Plano B encontrado por esse grupo, que já estava prevendo a possibilidade real de derrota nas urnas, como de fato ocorreu. Procurando forçar a barra, numa interpretação da Lei da Ficha Limpa, para tentar impedir a posse do vencedor e criar todo tipo de dificuldade possível, para que não assuma no dia 1º de janeiro de 2021, por não aceitar e não respeitar a vontade popular.
Portanto, queiram ou não, o Cacique Marcos foi o grande destaque nessas eleições municipais em Pesqueira. Não foi à toa que ele se sagrou vitorioso nesse pleito. E seu feito nas eleições, não foi destaque somente em Pesqueira. Foi destaque também nas mídias e nos meios de comunicações do estado e do país. Isso por ser uma importante liderança e pelo prestígio que ele detém e que pode ser de grande valia para o município. Então, aos renitentes, aceitem “que dói menos”; o Cacique Marcos foi o grande vencedor nas urnas. Isso é um fato incontestável.
Fábio Amorim





