Ismael Alves
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Os dados de Pernambuco foram repassados durante um pronunciamento transmitido pela internet. O secretário estadual de Saúde, André Longo, detalhou esses casos.
Segundo ele, dos 22 casos investigados, cinco foram descartados, nove estão em análise no Laboratório Central de Pernambuco (Lacen) e oito já seguiram para o Instituto Evandro Chagas, no Pará, referência nacional que estudará a possível reinfecção.
“São 22 possíveis casos de reinfecção. Cinco amostras foram encaminhadas, nos últimos dias, ao Instituto Evandro Chagas e outras três seguirão hoje. São quatro pacientes do Recife, dois de Olinda, um de Exu [Sertão] e um de Santa Cruz [Sertão]. Há, ainda, nove amostras em análise no Laboratório Central e cinco casos descartados”, declarou André Longo.
Para confirmar um caso de reinfecção, segundo o governo de Pernambuco, é preciso que o paciente tenha duas amostras de biologia molecular (RT-PCR) positivas, com um intervalo, entre elas de, no mínimo, 90 dias, além de estarem adequadas para análise.
As amostras precisam ser encaminhadas pelo Laboratório Central de Pernambuco (Lacen), para o Instituto Evandro Chagas, referência nacional que estudará os casos.
Das nove amostras ainda em análise, duas são de moradores do Recife, duas de Caruaru (Agreste), uma de Água Preta (Mata Sul), uma de Fernando de Noronha, uma de Palmares (Mata Sul), uma de Paulista, Grande Recife, e uma de São José do Egito (Sertão).
Especialistas alertam que a reinfecção é difícil de ser confirmada. O maior problema é separar os casos de pessoas que ficam com o RT-PCR positivo por um período prolongado dos registros feitos em pacientes que ficaram curados e o vírus reapareceu. É necessário fazer análises para saber se, realmente, a vítima pegou a doença de novo.