Medeiros (*). -. “…Não para de se espargir graças a irresponsabilidade de tantas pessoas que não se prestam a se dar o respeito e de respeitar os seus semelhantes, a começar pelos bem próximos de si (pais, irmãos, avós, vizinhos, amigos etc.)…”

(*) Autor: Manoel de Medeiros Lima. É pesqueirista, Ten-Coronel da PMPE, professor e cronista. É colaborador do blog Oabelhudo.

Buscando uma “luz no final do túnel”, indago: Será que as pessoas não têm ciência da confirmação, exposta no subtítulo ” Uma variante perigosa”, onde se ilustra dizendo que “Cientistas informam que cepa da covid-19 originada no Reino Unido ano passado pode ser entre 30% e 100% mais letal que linhagens anteriores” – publicação de capa do Jornal do Commercio de quinta-feira, 11 de março, por sinal uma data aniversariante em que a OMS (Organização Mundial de Saúde), um ano atrás “declarava a covid-19 como pandemia mundial”.

Seria excelente que nada disso tivesse acontecido. Mas, infelizmente, aí está firme e forte dominando e ceifando, em escala crescente, vidas humanas nos quatro cantos do mundo. Não para de se espargir graças a irresponsabilidade de tantas pessoas que não se prestam a se dar o respeito e de respeitar os seus semelhantes, a começar pelos bem próximos de si (pais, irmãos, avós, vizinhos, amigos etc.).

Volto a abordar esse tema porque não me conformo em ver tantas pessoas, “rua acima e rua abaixo”, sem máscara, aproximando-se umas das outras como se esse inimigo invisível e letal não existisse circulando entre nós à espreita de infectar alguém.

Estão preocupadíssimas as autoridades gestoras dos municípios e dos Estados da Federação por conta da proximidade do atingimento do limite máximo do número de vagas em enfermarias e nas unidades de tratamento intensivo (UTIs) públicas e privadas.

Procedimentos das mais diversas naturezas estão sendo colocados na busca da contenção e diminuição dessa crise pandêmica. No entanto, repito, por falta de entendimento, boa vontade e de amor a si e ao seu próximo o que se constata são as manifestações de desobediência, em todas as camadas sociais. A clandestinidade marca presença nos finais de semana, com promoções de encontros sociais, principalmente na zonal dos mais diversos municípios. E a saúde pública que se exploda.

Sou de opinião que medidas mais restritivas devam ser adotadas pelas autoridades, pela PRESERVAÇÃO DE VIDAS HUMANAS.

(*) Autor: Manoel de Medeiros Lima. É pesqueirista, Ten-Coronel da PMPE, professor e cronista. É colaborador do blog Oabelhudo.

da redaçao com o paulinho muniz do blog abelhudo

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