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| Foto: Matt Clarke/McMaster University/Divulgação |
“Quando uma pandemia dessa natureza — matando 30% a 50% da população — ocorre, é provável que haja seleção de alelos protetores em humanos, o que significa que pessoas suscetíveis ao patógeno circulante sucumbem”, diz o principal autor do artigo publicado na revista Nature, Hendrik Poinar, diretor do Centro de DNA Antigo da Universidade de McMaster, no Canadá. “Mesmo uma pequena vantagem significa a diferença entre sobreviver ou morrer. É claro que os sobreviventes em idade reprodutiva passarão essa informação em seus genes.”





